INSS suspende benefício não sacado em 60 dias!

Você sabia que o INSS suspende benefício quando ele não é sacado em 60 dias? Entenda o que isso significa e como evitar prejuízos!

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O INSS suspende benefício não sacado em até 60 dias!

Quando você recebe um benefício do INSS, é natural esperar que o valor esteja disponível sempre que precisar.

Porém, muita gente não sabe que, se o pagamento ficar 60 dias sem saque ou movimentação, o benefício pode ser suspenso automaticamente pelo sistema.

Essa regra, criada para evitar fraudes e garantir segurança, acaba pegando muitos segurados de surpresa.

Este artigo foi preparado para explicar como essa suspensão funciona, por que ela acontece e o que você deve fazer para resolver o problema rapidamente.

Sabemos que questões jurídicas podem gerar dúvidas, e entender seus direitos é essencial para tomar decisões informadas. Em caso de dúvidas sobre o assunto, entre em contato: clique aqui!

Qual o prazo para sacar ou movimentar o benefício?

O prazo para sacar ou movimentar o benefício é de até 60 dias após a data em que o valor é liberado.

Esse prazo vale principalmente para quem recebe por cartão magnético, pois, nesses casos, o banco precisa confirmar que houve movimentação do crédito.

Se você recebe em conta-corrente, o depósito costuma ser considerado movimentação automática, e o risco de suspensão diminui.

Esse prazo funciona como uma espécie de “janela de segurança”, exigida pelo INSS como medida para evitar pagamentos indevidos.

Imagine, por exemplo, que você viajou e esqueceu de sacar o benefício: ao retornar, o valor pode não estar mais na conta porque o banco devolveu ao INSS.

Por isso, é essencial acompanhar as datas de pagamento e verificar regularmente o extrato no Meu INSS.

Agir dentro do prazo evita atrasos e reduz transtornos, especialmente quando o benefício é sua única fonte de renda.

O que o INSS faz se não sacar o benefício em 60 dias?

Se você não sacar ou movimentar o benefício dentro de 60 dias, o banco devolve o valor ao INSS e o pagamento pode ser suspenso até que a situação seja regularizada.

Essa medida é automática e visa manter o controle sobre créditos que não foram utilizados.

A suspensão significa que os próximos depósitos também podem ser bloqueados, criando um acúmulo de valores pendentes.

Em uma situação prática: se você ficou doente, não conseguiu ir ao banco e ninguém movimentou sua conta, o INSS interpretará essa ausência de saque como falta de uso do benefício.

Para reativar o pagamento, você precisará justificar a ausência e solicitar nova emissão do crédito.

Quanto mais tempo você demora, maior o impacto na sua rotina financeira, reforçando a importância de agir rápido.

Por que o INSS recolhe valor se não for sacado em 60 dias?

O INSS recolhe o valor não sacado em 60 dias para evitar fraudes e garantir que o benefício está sendo realmente utilizado pelo titular.

Essa regra tem base em normas administrativas do próprio INSS e segue o princípio da segurança social, previsto na legislação previdenciária. A lógica é simples:

➛ quando um pagamento fica parado por muito tempo, existe o risco de que o beneficiário tenha mudado de endereço, perdido o acesso ou até falecido, permitindo que terceiros mal-intencionados tentem sacar o valor.

Imagine, por exemplo, um cartão extraviado: o banco não pode deixar que o dinheiro fique disponível eternamente, pois isso abre margem para golpes.

Assim, a devolução protege você e o sistema. Apesar de parecer rígida, essa regra serve para manter controle e evitar prejuízos ao próprio segurado.

O que fazer se o INSS suspender meu valor por falta de saque?

Se o seu benefício foi suspenso por falta de saque, você deve agir imediatamente para reativá-lo. 

O caminho mais rápido é usar o Meu INSS e solicitar o serviço “Emissão de Pagamento Não Recebido”.  Você também pode ligar para o número 135 e confirmar os dados da suspensão.

O processo costuma exigir documentos que expliquem por que você não sacou o valor no prazo, como atestados médicos, comprovantes de internação, dificuldade de locomoção, etc.

imagem do Meu INSS

Acesse o Meu INSS para reativar seu benefício suspenso!

De acordo com o site do Governo, para regularizar a situação, o beneficiário deve:

  1. Acessar o Meu INSS e abrir o pedido de emissão de pagamento
  2. Anexar documentos que comprovem o motivo da ausência de saque
  3. Acompanhar o andamento pelo aplicativo
  4. Comprovada a justificativa, aguardar nova liberação do valor

Quanto mais rápido você agir, menor o risco de atrasar futuros pagamentos. Caso você não consiga através do site, é importante seguir até a Agência do INSS.

Em casos de vulnerabilidade, como doença, internação ou dependência exclusiva do benefício, a orientação jurídica pode evitar erros e acelerar a regularização.

O INSS exige procuração se o beneficiário não sacar por saúde?

Sim. Quando você não consegue sacar o benefício por motivos de saúde, o INSS permite que outra pessoa receba o pagamento, mas exige procuração ou nomeação de administrador provisório.

Esse procedimento é necessário para garantir que o dinheiro será retirado por alguém autorizado formalmente.

Isso vale para situações como internação, impossibilidade de locomoção, pós-cirurgia, doenças incapacitantes ou cuidados prolongados.

Nesses casos, você ou sua família deve apresentar:

Esse procedimento protege o beneficiário e impede que terceiros retirem o valor sem autorização.

Organizar a documentação com antecedência evita suspensão, perda de prazos e atrasos no recebimento.

Um recado final para você!

imagem representando conteúdo jurídico informativo

Em caso de dúvidas, procure assistência jurídica!

Sabemos que o tema pode levantar muitas dúvidas e que cada situação é única, demandando uma análise específica de acordo com as circunstâncias de cada caso.

Se você tiver alguma questão ou quiser saber mais sobre o assunto, recomendamos a consulta com um advogado especialista.

O suporte jurídico adequado é fundamental para que decisões sejam tomadas de forma consciente e segura. Clique aqui!

Artigo de caráter meramente informativo elaborado por profissionais do escritório Valença, Lopes e Vasconcelos Advocacia

Direito Civil | Direito de Família | Direito Criminal | Direito Previdenciário | Direito Trabalhista | Direito Bancário

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Autor

  • rafa menor

    •Advogada Especialista em Diversas áreas do Direito. Pós-graduada em Direitos Fundamentais e Justiça pela Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB). Possui formação em Liderança pela Conquer Business School. Atualmente é coordenadora da equipe jurídica do VLV Advogados.

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