Calculadora de custo de divórcio 2026 | Simule agora
Esta calculadora de custo de divórcio estima, com base nas tabelas de emolumentos e na legislação vigentes em 2026, quanto você pode gastar em cada modalidade do extrajudicial no cartório ao litigioso.
Uma das primeiras perguntas de quem decide encerrar um casamento é: quanto isso vai custar?
A resposta honesta é que depende tanto do tipo de divórcio, do estado em que você mora, do patrimônio que o casal possui, da existência de filhos menores e de quanto as partes conseguem ou não entrar em acordo. Mas “depende” não é útil quando você precisa planejar.
A calculadora abaixo foi desenvolvida pela equipe do VLV Advogados com base nos parâmetros legais e nas tabelas de emolumentos vigentes em 2026. Ela considera o tipo de divórcio escolhido, o regime de bens, o valor do patrimônio declarado, a presença de imóveis e as particularidades do seu estado. O resultado é uma estimativa fundamentada em lei, não um orçamento fechado, mas um ponto de partida concreto para você se organizar.
Preencha os campos com as informações do seu caso e clique em calcular. Depois da simulação, continue lendo: explicamos cada componente do custo, o que pode ser negociado, o que a lei determina e como um advogado especialista em Direito de Família pode ajudar você a percorrer esse caminho com menos gastos e mais segurança.
Desse modo, pensando em te ajudar, preparamos este artigo no qual você aprenderá:
O que determina o custo de um divórcio?
O custo de um divórcio no Brasil não é fixo. Ele é composto por camadas que variam conforme as características específicas de cada caso. De forma geral, quatro fatores principais influenciam o valor final.
O primeiro é o tipo de procedimento: extrajudicial (cartório) ou judicial (consensual ou litigioso). O divórcio extrajudicial tende a ser mais rápido e econômico; o litigioso, mais longo e significativamente mais caro. O segundo fator é o estado em que o processo é realizado, já que cada unidade federativa possui sua própria tabela de emolumentos, aprovada pela respectiva Corregedoria de Justiça. Um divórcio em São Paulo, por exemplo, envolve emolumentos mais elevados do que em estados do Norte do país.
O terceiro fator é o patrimônio do casal: quanto maiores e mais complexos os bens a partilhar, mais trabalhoso e potencialmente mais caro será o processo. Por fim, a presença de filhos menores de 18 anos impede o divórcio extrajudicial e exige a via judicial, com custas adicionais relacionadas a guarda e alimentos. A calculadora acima considera todos esses fatores para gerar uma estimativa personalizada.
Quanto custa o divórcio no cartório em 2026?
Calculadora de Custo de Divórcio
Estimativa baseada na legislação brasileira vigente em 2026
- Emolumentos de cartório ou custas judiciais (conforme o tipo de divórcio)
- Honorários advocatícios com base na tabela OAB/2025
- Taxas de registro e transferência de imóveis (se houver)
- Custas adicionais com guarda, alimentos e demais pedidos
- Variação regional por estado (tabela de emolumentos)
Esta calculadora fornece uma estimativa baseada nos parâmetros legais e tabelas de emolumentos vigentes em 2026. Os valores reais dependem do patrimônio envolvido, do estado, do escritório contratado, de eventuais perícias e das particularidades do caso. Não constitui proposta de honorários nem orientação jurídica. Consulte um advogado especialista em Direito de Família.
O divórcio extrajudicial que é o realizado em cartório de notas, com base na Lei 11.441/2007, é a modalidade mais rápida e, em geral, a mais econômica. Para utilizá-la, o casal precisa estar em pleno acordo sobre todos os termos da separação, não ter filhos menores ou incapazes e contar obrigatoriamente com a assistência de ao menos um advogado.
O custo é composto por dois blocos principais. O primeiro são os emolumentos cartoriais: cada estado tem sua própria tabela, aprovada anualmente pela Corregedoria. Os valores são calculados com base no patrimônio declarado e podem variar de aproximadamente R$ 700 (para casais sem bens, em estados com tabela mais baixa) a mais de R$ 5.000 (para patrimônios elevados em estados como São Paulo e Rio de Janeiro). O segundo bloco são os honorários advocatícios: mesmo no cartório, a presença do advogado é obrigatória por lei. Os valores seguem a tabela de honorários da OAB do estado e variam conforme a complexidade do caso e o patrimônio envolvido.
De modo geral, um divórcio extrajudicial simples, sem bens a partilhar e sem conflito, costuma custar entre R$ 2.000 e R$ 6.000, dependendo do estado e do profissional contratado. Quando há partilha de bens, esse valor sobe proporcionalmente.
Tem imposto no divórcio? O que acontece com os imóveis?
Essa é uma das dúvidas mais frequentes e a resposta depende de como a partilha for estruturada. De acordo com a Súmula 562 do STJ, a transferência de bens entre cônjuges na partilha do divórcio, dentro do limite da meação, não é fato gerador do ITBI. Ou seja, se cada parte receber exatamente a metade que lhe cabe, o imposto municipal sobre transmissão de imóveis não incide.
No entanto, há situações que podem gerar tributação. Se um cônjuge receber um imóvel que supere sua meação, ou seja, receber mais do que lhe corresponde, a diferença pode ser interpretada como doação e sujeita ao ITCMD (Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação), que varia de 2% a 8% dependendo do estado. Além disso, há os emolumentos de registro no Cartório de Registro de Imóveis, que incidem sobre a averbação da transferência independentemente de ITBI.
Uma orientação jurídica adequada antes de formalizar a partilha de imóveis pode evitar cobranças tributárias evitáveis e garantir que a transferência seja estruturada da forma mais segura para ambas as partes.


