Qual o valor do salário mínimo em 2026? Confira!
Você quer saber qual será o salário mínimo de 2026 e quais foram os valores ao longo do ano? Confira, neste texto, tudo sobre o salário mínimo!
O salário mínimo é um dos assuntos que mais impactam a vida de quem trabalha, recebe benefícios do INSS ou depende de programas sociais.
Por isso, muita gente já quer saber qual será o valor em 2026. O governo confirmou que o novo salário mínimo será de R$1.621, e essa atualização mexe com o bolso dos brasileiros.
O reajuste não serve apenas para definir o pagamento de quem recebe o mínimo: ele influencia benefícios como aposentadorias, pensões, BPC/LOAS, seguro-desemprego.
Entender esse valor atualizado é importante para planejar o orçamento, saber quanto você vai receber e evitar surpresas no início do ano.
Se você quer entender como esse número foi definido e o que muda na prática, siga a leitura!
Sabemos que questões jurídicas podem gerar dúvidas, e entender seus direitos é essencial para tomar decisões informadas. Em caso de dúvidas sobre o assunto, entre em contato aqui!
Desse modo, pensando em te ajudar, preparamos este artigo no qual você aprenderá:
Qual o valor do salário mínimo hoje?
Hoje, o valor do salário mínimo nacional é de R$1.518,00, em vigor desde 1º de janeiro de 2025, conforme decreto federal que fixou o piso a partir desta data.
Esse valor substituiu o mínimo de R$1.412,00 que valia em 2024 e representa um reajuste de aproximadamente 7,5%.
Na prática, isso significa que o mínimo não apenas acompanha o aumento do custo de vida, mas também cresce um pouco acima da inflação.
Esse valor serve como referência para milhões de brasileiros, influenciando não só o salário de quem ganha o piso, mas também benefícios como aposentadorias.
Além disso, ele é usado como parâmetro em regras de renda para programas sociais.
Por isso, saber o valor atualizado é essencial para quem está planejando o orçamento e precisa entender como o novo mínimo impacta o bolso.
Qual o valor do salário mínimo para 2026?
Para 2026, o governo federal já confirmou que o salário mínimo será de R$1.621,00, com vigência a partir de janeiro de 2026.
Esse valor representa um aumento de R$103,00 em relação ao mínimo atual de R$1.518,00 e corresponde a um reajuste de cerca de 6,79%.
Na prática, esse novo piso não afeta apenas quem recebe exatamente um salário mínimo:
➛ ele serve de referência para aposentadorias e pensões do INSS no valor mínimo, para o BPC/LOAS, para o seguro-desemprego e para diversos programas sociais.
Por isso, saber que o valor já está definido em R$1.621,00 ajudará trabalhadores e famílias a recalcular o orçamento.
Também, a projetar quanto vão receber em 2026 e entender como esse reajuste pode influenciar direitos trabalhistas e benefícios assistenciais.
Tabela de valor do salário mínimo de 2020 a 2026
Quando falamos em “como era o salário mínimo nos últimos anos”, estamos olhando para a evolução ano a ano do piso nacional que serve de base para salários.
Nos anos mais recentes, os valores foram os seguintes:
Valores do salário mínimo (2020 a 2026)
| Ano | Salário mínimo (R$) | Vigência |
|---|---|---|
| 2020 | 1.045,00 | a partir de fev/2020 |
| 2021 | 1.100,00 | a partir de jan/2021 |
| 2022 | 1.212,00 | a partir de jan/2022 |
| 2023 | 1.320,00 | a partir de mai/2023 |
| 2024 | 1.412,00 | a partir de jan/2024 |
| 2025 | 1.518,00 | a partir de jan/2025 |
| 2026 | 1.621,00 | a partir de jan/2026 |
*Valores referentes ao salário mínimo nacional vigente em cada ano.
Em 2024, ficou em R$1.412,00; e, em 2025, chegou ao valor atual de R$1.518,00.
Ao longo desses anos, o governo tem aplicado reajustes que, em regra, consideram a inflação medida pelo INPC e, mais recentemente, uma política de valorização com ganho real.
Assim, faz com que o mínimo aumente não apenas para repor a perda de poder de compra, mas também para garantir algum acréscimo real.
Isso significa que, além de mudar o salário de quem recebe exatamente um salário mínimo, cada novo valor impacta diretamente aposentadorias, BPC LOAS e afins.
Como o governo faz o cálculo do salário mínimo?
Hoje, o cálculo do salário mínimo segue uma regra definida em lei, que liga o reajuste ao comportamento da economia.
Pela política de valorização em vigor, o governo considera basicamente dois fatores:
Primeiro, a inflação medida pelo INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor) acumulada em 12 meses até novembro do ano anterior, para repor a perda do poder de compra.
Segundo, o crescimento real do PIB de dois anos antes.
A partir disso, o reajuste do salário mínimo resulta da soma da inflação (INPC) com esse crescimento do PIB, observando ainda um limite máximo para o ganho real.
Em termos práticos, funciona assim:
- o governo projeta a inflação,
- calcula o PIB de dois anos atrás,
- aplica a fórmula prevista na política de valorização,
- chega a um valor de referência
- e, por fim, faz o arredondamento para um número “cheio” em reais.
Esse valor final é então enviado ao Congresso no Orçamento ou por projeto específico e, depois de aprovado, é formalizado por lei ou decreto, passando a valer a partir de 1º de janeiro.
Ou seja, não é um número escolhido “no chute”: existe uma fórmula que combina inflação, crescimento econômico e limites fiscais.
Por que o salário mínimo foi criado no Brasil?
O salário mínimo foi criado no Brasil como uma forma de proteger o trabalhador contra remunerações muito baixas e abusivas.
Desse modo, quis garantir pelo menos um valor básico para cobrir necessidades essenciais como alimentação, moradia, vestuário, higiene e transporte.
A ideia começou a ser construída na década de 1930 e foi oficialmente instituída durante o governo de Getúlio Vargas.
Naquele contexto, o Brasil passava por um processo de industrialização e urbanização, com crescimento das cidades e expansão das fábricas, mas sem regras claras de proteção social.
Muitos trabalhadores recebiam salários insuficientes e viviam em condições precárias.
Ao criar o salário mínimo, o Estado buscou intervir nessas relações de trabalho, estabelecer um “piso” para evitar exploração extrema, reduzir desigualdades;
Além disso, integrou a política trabalhista a um projeto mais amplo de construção de direitos sociais, que depois seria reforçado pela CLT e, décadas mais tarde, pela Constituição de 1988.
Um recado final para você!
Sabemos que o tema pode levantar muitas dúvidas e que cada situação é única, demandando uma análise específica de acordo com as circunstâncias de cada caso.
Se você tiver alguma questão ou quiser saber mais sobre o assunto, recomendamos a consulta com um advogado especialista.
O suporte jurídico adequado é fundamental para que decisões sejam tomadas de forma consciente e segura.
Artigo de caráter meramente informativo elaborado por profissionais do escritório Valença, Lopes e Vasconcelos Advocacia
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